
Ação judicial incentiva peritos
Setor demanda profissionais de meio ambiente, administração, economia, engenharia, medicina e contabilidade
Jornal Hoje em Dia – Belo Horizonte, quinta-feira, 3 de maio de 2012.
BRUNO CARVALHO
Com o crescimento do número de ações tramitando na Justiça aumenta a demanda por perícias técnicas. Entre 2010 e 2011, o volume de processos distribuídos no país subiu 6,24%, passando de 17,1 milhões para 18,2 milhões. Para formular uma decisão para muitas dessas ações, os juízes necessitam da assistência de profissionais especializados. É nesse momento que entra a figura do perito judicial. Em Minas, o piso da hora de trabalho da categoria está fixado em R$ 226,50.
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Profissional de qualquer área pode atuar

BRUNO CARVALHO
Belo Horizonte, quinta-feira, 3 de maio de 2012.
Hoje, os grandes mercados de perícia são os tribunais de Justiça e grandes empresas que enfrentam Processos ou querem mais profundidade no planejamentode suas ações. A ecóloga Lays Cordeiro e Pinheiro, percebeu que oconhecimento dos critérios observados pelos peritos judiciais ambientais poderiam fazer com que a sua empresa de consultoria Eco2V conseguisse atingir um novo nicho de mercado.
“Já trabalhava com consultoria e percebi que as empresas que eu atendia estavam enfrentando muitos processos. Fiz o curso há dois anos para saber quais eram as exigências dos peritos e atender melhor as empresas. Antes, trabalhava mais com licenciamento. Agora, auxilio os advogados quando há alguma ação”, afirma Lays.
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Seguidamente me é perguntado: quanto ganha o perito judicial?
Os honorários variam de acordo com o valor que está sendo discutido, as características do processo e o número de horas trabalhadas.
Para se obter retorno na atividade de perito judicial e sentir o quanto é compensadora, demora um certo período, pois há um espaço de tempo grande entre o início da atividade e o recebimento efetivo dos honorários. Por outro lado, no começo pode não haver muitas nomeações e a frequência não ser a adequada. Assim, a atividade é interessante para quem já possui outra que mantenha o profissional até que o resultado dos honorários com as perícias cheguem a um patamar esperado.
Nós alertamos a todos, quanto a isso, porém um de nossos clientes que estava desempregado não seguiu aquilo que pretendíamos: desestimulá-lo.
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O acesso o mercado profissional de perito judicial e assistente técnico e a burocracia para se trabalhar na Justiça em perícias judiciais é de fácil entendimento, e está, passo-a-passo no livro Manual de Perícias. O competente trabalho do perito tem rotina pequena e de fácil assimilação para aqueles que não dispõem de experiência em perícias.
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Uma cliente, odontóloga de uma cidade vizinha a Rio Grande – RS, onde está situado o nosso escritório, me pediu orientações. Ela tinha dúvidas quanto a falar com as partes e precisava ver alguns exames que estão em posse da autora ou do atual dentista da mesma, além de documentações da clínica onde a referida se tratava, no caso, a ré do processo.
Ela perguntou: Preciso fazer algum pedido ao juiz para fazer isso ou posso apenas ligar e avisar que quero conversar?
Respondi a ela o que segue.
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Uma médica, utilizando o Suporte Técnico Grátis a que tinha direito pela compra do livro Manual de Perícias, questionou o que segue.
Durante a perícia médica de uma reclamatória trabalhista da Justiça do Trabalho, em que ela avaliava o reclamante, estava presente o médico assistente técnico, nomeado pela parte reclamada. A médica, nossa cliente, perguntou: A parte reclamada também pode ficar dentro do consultório e acompanhar a perícia?
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Supondo que um elevado de uma grande cidade, construído em concreto armado, desabe e que o sinistro chame a atenção da imprensa e da população, devido a sua magnitude; e ainda que o caso, indo a processo judicial, venha a necessitar de perícia. No caso em tela, perguntaria: Quem o juiz deve nomear: um engenheiro civil com pós-graduação em pontes e grandes estruturas, sem conhecimento algum em perícias judiciais, ou o seu perito habitual, engenheiro civil, sem pós-graduação na área, porém conhecedor da prática e da burocracia, cujo conhecimento tenha sido adquirido em curso ou em estudo de livros?
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Em uma aula ao vivo recente, pela Internet, integrante do Curso Perícia Judicial Online, uma aluna pediu informações a respeito de novos cursos que, na sequência do término deste, ela poderia realizar.
Como resposta, disse o seguinte: como ela é agrônoma, não haveria um curso específico importante para ela realizar após o Curso Perícia Judicial Online ou qualquer um de nossos cursos presenciais que ensinam como ser perito, à exceção de um curso de avaliação de imóveis rurais. Os referidos cursos são oferecidos pelos IBAPEs, Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia, de cada estado.
Para os administradores, contadores e economistas que não dominam cálculos financeiros e trabalhistas, o ideal é realizar o Curso de Perícia de Cálculos Financeiros e Trabalhistas oferecido por nós.
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